Domingo, 07 de Fevereiro de 2016

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Há quatro anos, em 2012, a propósito deste saudoso e ilustre amigo, escrevi: "Faz amanhã um ano, 8 de Fevereiro, que faleceu em Lisboa, onde residia, o Dr. Primo Casal Pelayo, que foi professor, director e proprietário do Externato Latino Coelho, na freguesia de Santa Maria de Belém. Natural de Fajozes, Vila do Conde, foi no colégio de São José, da família Pelayo, que iniciou a sua notável carreira de formador e educador de várias gerações que ainda hoje recordam com saudade o Colégio dos Pelayos, da rainha do Ave". Em Lisboa muitos foram, e são, também, os que ficaram gratos ao Dr. Primo Pelayo e ao colégio de que foi dono, gestor e professor exímio, na rua da Junqueira.

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Sempre que posso costumo visitar a campa onde, no cemitério de Benfica, repousam os seus restos mortais; mormente na data do falecimento. Este ano faz cinco anos que deixou o mundo dos vivos, as autarquias que até com os mortos fazem dinheiro, não sei o que a de Lisboa vai fazer da sua ossada. Que ao menos avise os familiares ou a Junta de Freguesia de Fajozes, antes de atirar com ela para a bala comum. São ossos de um insigne vila-condense,  e autor da Ermida do Monte Farinha, a quem também muito deve Mondim de Basto.

 

 

 

 



publicado por aquimetem às 11:03
Segunda-feira, 01 de Junho de 2015

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Se fosse vivo fazia no próximo dia 05 de Junho 94 anos que nasceu em Fajozes, Vila do Conde, um dos grandes beneméritos do Santuário de Nossa Senhora da Graça, o Dr. Primo Casal Pelayo. “Figura generosa e despida de vaidades humanas, o Dr. Primo Pelayo ao empenhar-se pela defesa dos direitos  históricos e jurídicos de Vilar de Ferreiros ao Santuário de NS  da Graça, acabou por prestar também um importantíssimo serviço a toda a região de Basto, mormente ao concelho de Mondim, uma vez que revelou fontes e documentos históricos que até aí eram desconhecidos de todos os estudiosos locais”. Conheci-o nos princípios da década de sessenta e tive a felicidade de o ter por grande amigo e mestre no relacionamento com a História, nossa e universal. Homem de uma só palavra, e de um sim, sim, e de um não, não. O que fez dele uma figura muito típica e admirada.

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Como jurista, como professor e como historiador, Primo Pelayo fica na historia da região de Basto por trabalhos soltos, mas sobretudo pela sua obra A Ermida do Monte Farinha, assim como na de Vila do Conde pela monografia de Fajozes. Mas de forma muito sentida fica eternamente na memória dos alunos de que foi formador no Colégio de São José, de Vila do Conde, e no Externato Latino Coelho, em Lisboa, de que foi director e proprietário. Neste capitulo recordo a generosidade com que nos finais da sua vida terrena um desses seus discípulos lhe prestou o apoio de que carecia para acabar com dignidade a sua peregrinação por este vale de lágrimas. A minha homenagem também ao José Godinho e sua dilecta esposa. Este mundo está cheio de gente boa e de nobres corações.



publicado por aquimetem às 15:21
Em vez de "Caminho Novo" vai passar a chamar-se o sítio aonde essa antiga via conduz: Monte Farinha.
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