Segunda-feira, 01 de Junho de 2015

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Se fosse vivo fazia no próximo dia 05 de Junho 94 anos que nasceu em Fajozes, Vila do Conde, um dos grandes beneméritos do Santuário de Nossa Senhora da Graça, o Dr. Primo Casal Pelayo. “Figura generosa e despida de vaidades humanas, o Dr. Primo Pelayo ao empenhar-se pela defesa dos direitos  históricos e jurídicos de Vilar de Ferreiros ao Santuário de NS  da Graça, acabou por prestar também um importantíssimo serviço a toda a região de Basto, mormente ao concelho de Mondim, uma vez que revelou fontes e documentos históricos que até aí eram desconhecidos de todos os estudiosos locais”. Conheci-o nos princípios da década de sessenta e tive a felicidade de o ter por grande amigo e mestre no relacionamento com a História, nossa e universal. Homem de uma só palavra, e de um sim, sim, e de um não, não. O que fez dele uma figura muito típica e admirada.

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Como jurista, como professor e como historiador, Primo Pelayo fica na historia da região de Basto por trabalhos soltos, mas sobretudo pela sua obra A Ermida do Monte Farinha, assim como na de Vila do Conde pela monografia de Fajozes. Mas de forma muito sentida fica eternamente na memória dos alunos de que foi formador no Colégio de São José, de Vila do Conde, e no Externato Latino Coelho, em Lisboa, de que foi director e proprietário. Neste capitulo recordo a generosidade com que nos finais da sua vida terrena um desses seus discípulos lhe prestou o apoio de que carecia para acabar com dignidade a sua peregrinação por este vale de lágrimas. A minha homenagem também ao José Godinho e sua dilecta esposa. Este mundo está cheio de gente boa e de nobres corações.



publicado por aquimetem às 15:21
Quarta-feira, 05 de Junho de 2013

          Se fosse vivo fazia hoje 92 anos que Primo Casal Pelayo nasceu na freguesia de Fajozes-Vila do Conde. Foi a 05 de Junho de 1921. Licenciado em Direito, na Universidade de Coimbra, ainda tentou optar pela Magistratura, que experimentou na condição de Delegado do Ministério Publico; no entanto era o Magistério que por vocação e tradição familiar o iria seduzir e consumir a sua existência, primeiro no Colégio de São José, de Vila do Conde, e mais tarde no Externato Latino Coelho, em Lisboa, do qual foi proprietário e director. Nessa qualidade o conheci, e no inicio da década de 60, o  despertei para acompanhar uma contenda à volta do santuário da Senhora da Graça que ele tomou muito a sério gastando muitas horas do seu precioso tempo a pesquisar e a consultar documentos seguros e fidedignos que deram origem à obra histórico-juridica "A Ermida do Monte Farinha, em Vilar de Ferreiros". Tornando-se assim não apenas um amigo da Senhora da Graça, mas o percursor dos verdadeiros estudiosos de Mondim e também da região de Basto.

          Recordá-lo é um dever de quem sem complexos quer conhecer a verdade histórica da sua terra; e a preocupação deste ilustre vila-condense foi encontrá-la e dá-la a saber. Para também o fazer e agradecer escolhi este 5 de Junho. É conveniente lembrar tudo isto para que  não caia no esquecimento, até porque tenho reparado haver uma nítida preocupação por parte de certa elite de "escrevinhadores" no tentar apagar o seu nome da história local, desviando dos estudiosos o conhecimento e importância do seu trabalho. Neste aspecto já alertei quem deve estar alertado para essa nítida preocupação...   



publicado por aquimetem às 00:04
Em vez de "Caminho Novo" vai passar a chamar-se o sítio aonde essa antiga via conduz: Monte Farinha.
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