Terça-feira, 07 de Fevereiro de 2012

 

          Faz amanhã um ano, 8 de Fevereiro, que faleceu em Lisboa, onde residia, o Dr. Primo Casal Pelayo, que foi professor, director e proprietário do Externato Latino Coelho, na freguesia de Santa Maria de Belém. Natural de Fajozes, Vila do Conde, foi no colégio de São José, da família Pelayo, que iniciou a sua notável carreira de formador e educador de várias gerações que ainda hoje recordam com saudade o Colégio dos Pelayos, da rainha do Ave.

          Formado em Direito pela Universidade de Coimbra, Primo Pelayo uma vez conhecedor de uma polémica que se levantou entre Vilar de Ferreiros e São Cristóvão de Mondim, em relação ao Santuário de Nossa Senhora da Graça, tomou a peito estudar o assunto e tirar todas as dúvidas ao Prelado Diocesano quanto a quem tem ou não direito de posse ali; e para o efeito editou por sua conta e risco : A Ermida do Monte Farinha, Em Vilar de Ferreiros-Mondim de Basto. Trabalho onde gastou cerca de 4 anos em aturada pesquisa nos reservados das principais bibliotecas de Lisboa, Porto e Braga, e a colaboração de amigos como D. Domingos Pinho Brandão e Padre Mário César Marques, entre outros.

          Um nome que no nosso concelho não pode deixar de ser uma referência sempre que a história da nossa terra e região tiver de vir à baila.



publicado por aquimetem às 17:08
Muito admiro o valor deste Senhor, o valor da sua grande cultura e empenho.
Muito admiro e louvo a sua estima e a sua homenagem a tão ilustre pessoa.
Hoje, possivelmente não há pessoas tão valorosas assim, com tanta dedicação à história das nossas terreolas. Mas, sinceramente, preferia que o Senhor não tivesse provado, que a minha Nossa Senhora da Graça, tinha de pertencer a Vilar...
Sou muito sincera...
mg a 10 de Fevereiro de 2012 às 23:39

Ninguém que ama a sua terra e admira as pessoas ligadas à cultua deixaria de admirar um intelectual da envergadura de Primo Casal Pelayo , só porque servindo a verdade histórica tirou razão onde ela não existia. Estou convencido que, no caso concreto, nenhum mondinense bem formado e informado alguma vez deixou de reconhecer o grande favor que o autor de A Ermida do Monte Farinha prestou à historia local com esse seu documentado trabalho. A prova desse reconhecimento é evidente vem com toda a franqueza e lealdade de uma mondinense que sem complexos abre aqui coração para manifestar a sua homenagem a uma figura que não sendo mondinense foi quem mais e melhor estudou Mondim de Basto. Os meus parabéns e que Nossa Senhora da Graça a todos nós abençoe
aquimetem a 13 de Fevereiro de 2012 às 00:29

Em vez de "Caminho Novo" vai passar a chamar-se o sítio aonde essa antiga via conduz: Monte Farinha.
mais sobre mim
Fevereiro 2012
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4

5
6
7
8
9
10
11

12
13
14
15
16
17
18

19
20
21
22
23
24
25

26
27
28
29


pesquisar neste blog
 
Contador de visitas
blogs SAPO